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Educação, um passo para cidadania Dezembro 31, 2009

Posted by Lucas Gabriel Marins in Uncategorized.
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Por Lucas Marins

Nesta discussão, que é muito ampla e será resumida em poucos parágrafos, deve-se levar em consideração aspectos políticos, econômicos e religiosos. Vamos lá. O problema da educação dos brasileiros vem desde a colonização. O Brasil era o local ideal para farrear. Daqui se tirava, mas não se repunha. Naquela época – hoje em dia continua da mesma maneira – a pessoa só pensava em si e a coletividade que fosse para o inferno. É a tal da liberdade individual, sem intervenção do Estado, que acaba deixando o cidadão fazer o que bem quer, afastando-o da função de fiscalizar os órgãos públicos (isso não é uma demonstração de apoio ao regime ditatorial, mas sim um apelo à população “participem da vida política”). Apesar de sermos uma democracia representativa, a nossa participação deveria ser mais ativa.

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Luiz Carlos Barreto, na visão do repórter Roberto Kaz Dezembro 18, 2009

Posted by Lucas Gabriel Marins in Uncategorized.
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Acabei de ler o perfil do cineasta Luiz Carlos Barreto – produtor do filme Lula, o Filho do Brasil – escrito pelo repórter da Revista Piauí, Roberto Kaz. Em “Metade Jesus Cristo, metade Al Capone”, Kaz conta toda a história do cineasta, de sua paixão pelo futebol na adolescência a atuação no lançamento do filme sobre Lula. Há tempos que não folheava a edição impressa da revista. Alegrou-me ver que continua da mesma maneira, com matérias profundas, bem escritas, mesclando jornalismo e literatura, sem deixar de lado a parte informativa.

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Leituras do MEZ da Gripe Dezembro 13, 2009

Posted by Lucas Gabriel Marins in Uncategorized.
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Outra análise de parte da obra de Vâlencio Xavier.

Por Lucas Marins

Diálogo

O leitor dialoga com o texto quando este o faz pensar. Se o caboclo for um analfabeto funcional a informação, seja ela em forma de literatura, jornalismo ou publicidade – com restrições, pois este tipo de comunicação é persuasiva -, será simplesmente um apanhado de letras que não significa nada. No caso do MEZ da Gripe a “conversa” do leitor com o texto se faz a partir da interpretação pessoal dos acontecimentos. Valêncio Xavier utiliza diferentes formas de linguagens para mostrar um fato do século passado. A pessoa que lê o livro vê fragmentos que no final, ou melhor, na interpretação final, transformam-se em um todo. É como na primeira parte do livro Fama e Anonimato, do Gay Talese. O jornalista, a partir de micronarrativas, apresenta Nova Iorque com fragmentos de histórias de pessoas anônimas, dando, após o término da leitura, um panorama geral da cidade.

Página do jornal Diário da Tarde

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O Mez da Gripe Dezembro 13, 2009

Posted by Lucas Gabriel Marins in Uncategorized.
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Para não deixar o blog morrer, postarei alguns trabalhos feitos na faculdade. O texto abaixo é uma análise de parte da obra O Mez da Gripe, do Valêncio Xavier.

Por Lucas Marins e Poliana Dal Bosco

Interpretações de Vâlencio Xavier, a partir de recortes de jornais e outras informações, sobre a gripe espanhola que "assolou" Curitiba em 1918


Limite entre realidade e discurso jornalístico

No jornal Commércio do Paraná as matérias mais detalhadas trazem muitos dados irrelevantes, o que hoje em dia seria considerado “nariz de cera”. No texto que fala de um débil do hospício que matou algumas pessoas, por exemplo, os dois jornais são “antiéticos”, pois a maneira que abordam a notícia é imoral. Há divergências em ambos. No Commércio, eles contam a história e apontam determinados personagens, mas na somatória final o número passado por eles não bate com o total de vítimas apontado na história. A matéria do Diário da Tarde também diverge da do Commércio nos quesitos números de morte e nomes de alguns personagens. Ou seja, faltou apuração dos dois veículos de comunicação.Quando dados sobre a gripe espanhola são divulgados também há incongruências. Mas isso não é culpa somente dos jornais, pois as autoridades deturpavam as informações.

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