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Holofote!! Paulo Biscaia Agosto 28, 2008

Posted by Lucas Gabriel Marins in Holofote.
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Hoje o “sanguinário” Paulo Biscaia ficou sobre os holofotes do estúdio. Diretor teatral, editor multimídia e dj por ocasião, o baixinho professor da FAP foi sucinto em suas respostas e divertido por trás das câmeras. Em off, Biscaia afirmou não suportar mais Frida Kahlo.
Antes de iniciar o programa, a rotina de sempre. Maquiagem na apresentadora, ajuste das perguntas e fotos. A única diferença foi a “perebinha” na boca da Talita. A musa teve que exagerar no batom marrom pra esconder a manchinha vermelha. Preste atenção na primeira foto.Rs
No final, discussões sobre o próximo convidado. Será o sonoplasta e engenheiro de audío Eduardo Virmond, da 1927 Audio. O gurizão fez a sonoplastia de Tropa de Elite, Cidade de Deus e outros. xD. Agora é pensar o VT.
No final, a ex-apresentadora do Holofote, bailarina, ex-atriz e futura jornalista Sheila Gorski, inventou uma nova canção: A dança da Linha, em alusão a dança do quadrado.?!?! Cada coisa hein.
Na primeira foto, Talita e Gleicy no camarim.
Na segunda, da esquerda pra direita: Sheila, Talita, Su, Paulo, Eu e Gleicy.
Até pessoal. Abraços, me liga.

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Tribal Tech Agosto 27, 2008

Posted by Lucas Gabriel Marins in Festas.
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No sábado 23 fui pra Tribal Tech. Caramba, como pode, parece o paraiso. xD
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Não tenho idéia da quantidade de pessoas, mas de todos os lados a gurizada viajava, cada qual em seu mundo dominado pelo efeito do som. Rs
Cheguei por volta das 13h. Minha primeira parada foi o evolution, brinquedo que gira no ar e nos deixa com ânsia de vômito. Depois brinquei no Kamikaze. Lá por 13h40min passei a curtir os djs. Foram 14 dj’s ao longo do dia. Sai da festa as 3h da madrugada. Agora é esperar a próxima. Abraços, me liga. Olha o chapéu. xD

Holofote! – Nova apresentadora Agosto 21, 2008

Posted by Lucas Gabriel Marins in Holofote.
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É, hoje foi a estréia da loiraça Talita Bridum como apresentadora do Holofote. Loira, morena e agora de cabelo castanho (É isso né Talita?), a moça que representa a garota de ipanema de João Gilberto, pelo menos pra mim, conseguiu driblar o medo e apavorou com sua voz fina de ratinho. Segundo ela, em conversa no inter 2, o medo foi acalmado graças a Tribal Tech, rave que acontece no sábado 23. Ela ta muito ansiosa à espera da festa, o que facilitou a entrevista com o convidado.
No programa, o entrevistado foi Carlos Kleina, âncora do CBN esporte. O senhor de 92 anos ( ele disse isso) contou muita história bacana e divertiu a galera. Antes de entrar no estúdio, Kleina bateu um papo com o pessoal na sala de maquiagem . Reparou nos seios da apresentadora ( Ela colocou silicone… Tenho certeza) e fez comentários sobre esportes.
Hehe. A sala de maquiagem, além de fazer jus ao nome, serve para fofocar.
Bom, o programa terminou com o típico aperto de mão entre produtores e entrevistado. Quando ele saiu, a reunião para discutir o próximo convidado foi iniciada. Ou será um estilista de moda ou um diretor teatral.
Na foto, da esquerda para direita: Katy Mary, Alice Mary(Na barriga da Katy), Talita Bridum, Carlos Kleina, Eu, Sheila Gorski, Anderson… e o Christiano Kubis, na frente.
Abraços, me liga.

Ficção – Uma realidade diferente Agosto 18, 2008

Posted by Lucas Gabriel Marins in Ficção.
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Na quarta feira passada saí da realidade conturbada do dia-a-dia e entrei em um mundo alternativo, totalmente a parte do que acontece aqui fora. Entre as milhares de portas, sabe-se lá destinadas a que, havia alguns dormitórios, mobiliados com cores alegres e pertences infantis. Ao ultrapassar a linha que separa o quarto do corredor, me deparei com bonecas de pano, penteadeiras lotadas de maquiagem e guarda-roupas enfeitados com adesivos e penduricalhos que não faziam referência ao hóspede. Tudo era tão belo e aconchegante, como aqueles aposentos ingleses onde há uma lareira acesa esquentando o cômodo, que acabei por esquecer quem habitava aquele santuário colorido e animado.
Era uma senhora, doente e tristonha, dona de uma voz muito baixa e fria, capaz de arrepiar até o último pelo do corpo. Quando a vi, todo o sentimento quente que havia em meu coração foi resfriado e deu lugar a uma pedra, gelada e dura como a face da velhinha a minha frente. Ela me olhou, fez um sinal com a cabeça, me deu um pontapé na bunda, e eu sai. Continuando minha caminhada em busca de informações relevantes a conclusão de minha reportagem, cheguei à ala de psiquiatria e levei um susto. Parecia que de uma hora pra outra eu havia saído do meu país, passado pelo mundo das idosas mal encaradas e entrado no filme de Dan O’Bannon, Os Mortos Vivos. Alguns minutos depois, elas começaram a gritar, tirar as calças, subir em cima das mesas que havia no local e dançar a “macarena”. Cuspiram em meu rosto, mas não era saliva, pois a meleca escarrada pelas mulheres alopradas era gosmenta, verde e fedorenta, como o líquido que sai do lixo, o chorume.
Fiquei com tanto medo que corri, corri igual ao papa-léguas fugindo do coyote, eu parecia um fugitivo sendo perseguido por um cachorro demoníaco prestes e arrancar metade de sua perna. Ao chegar à porta do estabelecimento, que se chamava asilo, as recepcionistas tentaram me agarrar, pois achavam que eu havia roubado algum pertence alheio. Com toda minha agilidade eu as driblei, pulei o portão e corri para o terminal do Cabral, umas duas ruas a frente do local. Na catraca do terminal, senti um mal estar e comecei a vomitar. Mas a água que saia do meu estomago não era branca, nem verde e muito menos uma mistura de vários alimentos mastigados, e sim sangue. Senti que a morte estava vindo em minha direção, eu vi o pânico, aquele do filme, agarrar minha mão e dizer: Eu te amo!
Cheguei a sentir o fogo do inferno queimar minha cabeça. Nesse momento, recordei meu nascimento problemático, o momento exato em que sai do útero de minha mãe e mostrei a todos minha nuca deficiente; lembrei da minha infância cruel, na casa dos meus tios pedófilos que abusavam de minha inocência e trabalhavam para tirar de mim toda a alta estima que um ser precisa ter; e vi minha adolescência promiscua vivida ao redor de sexo, drogas, livros e brigas em bares pobres do subúrbio da cidade.
Chorei, chorei como um bebê, um neném a espera de leite. Acordei, sim, acordei numa clínica chamada Quinta do Sol, especializada em reabilitação de usuários de drogas. E percebi, sim, percebi que minha vida apesar de conturbada e problemática, me proporciona o que muita gente sonha em ter, mas não consegue: uma imaginação fértil.